Assédio bissexual em escola – 688

O relato a seguir mostra a grande diferença de atitude quando quem faz a perseguição é uma mulher. De forma nenhuma pode ser comparado ao assédio constante e social e culturalmente aceito que os homens fazem com as mulheres.  Reparem que a menina que assediou foi muito rapidamente transferida de escola. Isso teria acontecido se tivesse sido um rapaz? E psicopatia é um traço de personalidade, a pessoa já nasce com isso, não se transforma.  688 – “Eu era aluna nova na escola, estava no ensino médio tinha 16 anos, desde dessa idade já tinha plena consciência da minha sexualidade, e era assumidamente bissexual. Enfim logo na primeira semana na escola conheci uma garota muito simpática e bonita, peguei amizade com ela, e ela me disse que também era BI, mas que não tinha coragem de se assumir e pediu para ficar comigo. Nós ficamos duas vezes mas não quis mais ficar com ela pois tinha voltado com meu namorado. E foi ai que o inferno começou. A menina passou a me mandar milhões de SMS dizendo que ela era melhor que meu namorado e que eu ia sentir a falta dele e toda aquela conversa, que muitas pessoas ouvem. Ela começou a fazer outras coisas também, como sentar do meu lado na sala e tentar passar a mão nas minhas partes intimas, isso me deixou desnorteada, eu na queria que ela me tocasse, mas ao mesmo tempo não queria magoar ela. Mas ela continuou até que um dia indo pro aula de educação física, ela me puxou pelo braço e me arrastou até o banheiro, eu fiquei com muito medo suava frio, dizia pra ela que não queria mais nada com ela e que queria voltar pra aula, mas ela me agarrou e começou a tirar minha roupa, ela era baixinha e eu era mais alta então conseguir empurrar ela pra longe de mim, ele tentou me agarrar de novo e isso me deixou furiosa e eu dei um tapa na cara dela. E comecei a gritar dizendo que tinha nojo dela pra que ela me deixasse em paz. Umas amigas minha ouviram a gritaria e vieram ver o que estava acontecendo, eu chorava de raiva e vergonha por minhas amigas verem aquilo. Contei tudo a elas e elas me disseram que essa garota já havia feito algo parecido com um garoto da escola também, que ela perseguia ele enfim… Depois disso fiquei uma semana sem ir pra escola com muita vergonha e medo daquela menina. Mas quando voltei soube que ela foi transferida de escola… Até hoje só de ouvir o nome dessa menina me da nojo e vergonha… Me pergunto quando a falta de caráter e respeito pelas pessoas se transforma em psicopatia. Em doença …”