Cantada 147

147 – O meu caso aconteceu no Eixinho Sul aqui de Brasília, que é uma das vias principais, super movimentado. Eu e minha amiga estávamos no ônibus escolar, era meio-dia e meia. Minha amiga estava sentada no banco da janela concentrada em seu celular e eu estava ao seu lado. Os bancos eram os mais altos do ônibus, então, quando eu olhei pela janela, pude ver, no carro ao lado, um homem bem vestido e que aparentava ter uns cinquenta anos ou mais. Ele estava dirigindo com uma das mãos e a outra mão foi na direção da própria calça. Eu achei inconveniente ficar observando o velho e virei a cara bruscamente, mas ele teve tempo de ver que eu o tinha “flagrado”. Eu contei discretamente o que tinha visto pra minha amiga, que ainda estava concentrada no celular. Como homem tem essa mania nojenta de ficar mexendo nas partes íntimas, eu nem liguei muito, só preferi ignorar. Fiquei um bom tempo sem olhar pela janela e até esqueci do ocorrido por ter me entretido em uma conversa. De repente, minha amiga deu um berro e disse que o velho estava se masturbando… Pude ver que ele estava com tudo pra fora, se masturbava com uma das mãos e dirigia com a outra. E SORRIA PRA NÓS DUAS. Não tivemos reação alguma além de gritar e fechar todas as cortinas. Foi tão constrangedor e asqueroso! O que será que ele pensou? Que nós gostaríamos de ver aquilo? Infelizmente, não conseguimos anotar a placa do veículo. Um belo caso de atentado ao pudor. E nós somos menores de idade…