Cantada 195

195 – “Vou contar uma conversa q eu tive em casa sobre assédio de forma geral.  Minha cidade está sendo colonizada por coreanos, e o assédio tem feio parte do choque cultural. A cultura deles é tão machista que faz eu me sentir vivendo num país feminista. Durante a noite nós sempre vemos coreanos pelas ruas, bares e baladas. CoreanOs, nunca coreanas, pois elas ficam trancafiadas em casa. Então na cabeça deles, nós mulheres que saímos à noite estamos automaticamente pedindo para ser tratadas da forma como eles bem entendem.  Enfim, meu irmão estava comentando sobre um caso dentre os vários que tem ocorrido. Um coreano foi na balada e simplesmente apalpou os seios de uma menina do nada! Os brasileiros, como bons protetores saíram batendo nesse coreano (na verdade eles sempre batem nos coreanos quando alguma mulher é atacada por um deles aqui). E fiz o seguinte comentário: “Acho bem feito para esse coreano. Mas porque quando um brasileiro me agarra da mesma forma ninguém se mexe e eu tenho que bater no agressor sozinha?” Isso porque os coreanos são mais baixos, tem mais ou menos a minha altura e eu poderia bater em um sozinha. Já os brasileiros são sempre mais fortes e eu nunca recebi ajuda de homem algum (o máximo que eu tive foi um homem me congratulando o dia que eu estapeei um otário).  Isso reflete o quanto eles ainda nos vêem como propriedade. Ninguém ajudou as meninas atacadas por coreanos porque nenhum homem tem esse direito de nos assediar, e sim porque os brasileiros estavam protegendo sua propriedade!”