Cantada 422

422 – “Me lembro que quando era adolescente, lá para os 17 anos de idade, saí de casa para ir num bar que ficava a um quarteirão de casa, comprar refrigerante. Era domingo e de noite, mas moro numa região bem tranquila. Um lavador de carro que é conhecido da minha mãe, que era magérrimo, estava drogado e não falava coisa com coisa me interrompeu e disse que iria me acompanhar, porque eu era uma mocinha e não devia andar sozinha.  Ele fez isso querendo ser gentil, claro. Mas achei engraçado um homem que mal conseguia completar uma frase se achar capaz de me proteger, se algo acontecesse provavelmente EU o teria que defender, mas né, eu sou a mocinha indefesa…”