O orgão dele quase pra fora – 695

695 – “Estava voltando da casa de um amigo, era de madrugada. Ele mora no início de uma avenida ENORME e eu moro quase no final. Resolvi esperar um ônibus, pq é impossível descer a pé, já que passa por um pedaço onde é uma mata. Não passava nenhum ônibus. Até que chegou um de uma empresa (de viagem), que iria sair pra buscar os funcionários. Mas ele estacionou um tempo. O motorista fez sinal me chamando, e por ser um ônibus de empresa, fiquei apreensiva, mas fui. Fiquei na porta, do lado de fora, e ele me perguntou onde eu tava indo, falei que ia descer a avenida, ele disse que iria sair daqui a pouco e que se eu quisesse, poderia ir de carona. Agradeci, disse que ia ficar no ponto, se não descesse nenhum ônibus, pra ele me chamar quando saisse. Assim passou uns minutinhos, nenhum ônibus desceu, e ele chamou. Fui até a porta do ônibus, ele apareceu naquela “segunda” porta que já tem do lado de dentro, com uma lanterna na mão e O ZÍPER DA CALÇA ABERTO. O orgão dele quase pra fora. Eu ainda estava do lado de fora, olhei, fechei a cara, fiquei indignada, e falei que não iria entrar, agradeci e sai de perto. Voltei pro ponto MUITO nervosa. Passou um pouquinho ele saiu do ônibus, veio até mim no ponto, acendeu um cigarro e ficou falando que ele não iria fazer nada. E eu olhava pra ele com muito ódio. Nessa hora surgiu um Taxi, e eu desci nele mesmo. Paguei mais caro, mas melhor do que ficar ali. Até hoje, toda vez que vejo um ônibus de empresa me lembro, e fico com raiva, indignada. Sabe-se lá o que ele iria fazer comigo naquele ônibus.”