deu uma apalpada na minha bunda – Cantada 735

735 – “Em 2011 eu e minhas amigas fomos a uma festa aqui em São Paulo. Era verão e estava muito calor, fui de shorts para essa festa mas com uma blusa mais comportada. (Lembrando que minha roupa não mostra meu caráter) Em frente a festa tem um barzinho que sempre parávamos lá pra comer alguma coisa antes de entrar. Como eu frequentava muito a festa conhecia bastante gente no lugar incluindo os seguranças. Eu e minhas amigas entramos no barzinho e em uma mesa haviam uns 3 caras já com seus 45 anos (Um fato estranho porque a faixa etária ali normalmente era de 18/30 no máximo) Um dos senhores que estavam na mesa (sinceramente ele era nojento)… Desculpem-me falar desse jeito, mas ele tinha cabelos longos uma barba mal feita bem acima do peso e com aparência de sujo. (Todos estavam mamados de cachaça). Assim que eu passei com as minhas amiga pela mesa esse cara soltou “Aqui ta bom né só as gostosinhas”. Eu fiquei muito brava com o que ouvi e respondi “Vai pra sua casa cuidar da sua mulher seu nojento”, só que nessa hora os amigos dele riram de mim e ele fez uma cara de paisagem e ainda respondeu “Calma, tô só elogiando”… ELOGIANDO?? HÃN? Eu sou muito esquentada e não aceito esse tipo de coisa. Minhas amigas vendo que eu estava brava me puxaram de canto com medo de alguma coisa acontecer, ok. Comemos e antes de pagar a conta para entrar na festa fui ao banheiro, como o barzinho estava cheio a fila do banheiro feminino estava grande (Os banheiros Fem e Masc. eram bem próximos). Enquanto eu aguardava minha vez super apertada e sem prestar atenção em minha volta, aquele cara nojento com que eu já tinha discutido passou por mim e assim que saiu do banheiro, como quem não quer nada, teve a sem-vergonhice de dar uma apalpada na minha bunda. Pronto foi o estopim eu fui pra cima dele sem nem pensar (eu com 1,53 cm e um velho, nojento, gordo e tarado bem maior que eu) gritava “seu filho da p***, vai passar a mão na sua avó, seu velho nojento” já estava pronta para soca-lo quando me separaram.  E ele com sua cara de pau negando tudo e ainda pedindo para eu me acalmar… me acalmar como? Minhas amigas com medo me puxando pra um lado e os amigos dele defendendo de outro. Nossa um baita rolo. Mas como eu disse conhecia bastante gente no lugar e um dos seguranças, meu amigo de festa, viu o que tinha acontecido.. Tenho muita felicidade de lembrar que esse velho nojento tomou um belo de um coça na orelha pra “dormir de couro quente” e orelha fervendo. Só espero que aquele velho (lixo humano) tenha aprendido e nunca mais tenha feito coisa igual.”