ele puxa meu braço e tenta me agarrar – 751

751 – “Eu sempre andei sozinha de madrugada na rua, costumava a voltar do Plataforma rock bar, um barzinho que ficava perto de onde eu morava e eu sempre voltava a pé mesmo e nunca tive medo de homem nenhum. Uma vez estava voltando desse bar era 3 horas da manhã e um cara desceu da moto e começou a me seguir e fui andando mais rápido e ele me alcançando, quando ele puxa meu braço e tenta me agarrar e eu reajo com um chute bem dado no meio das pernas e como eu sempre me defendi de qualquer pessoa automaticamente eu pego um pedaço de pau que estava no caminho e disse: Se tu vim tu vai apanhar, eu não tenho medo de você. O cara deu as costas e foi embora.Eu me senti assustada mas não demonstrei medo, é horrível quando dizem que você não deveria andar até tarde na rua, minha mãe falava isso e eu dizia se homem também pode andar na rua de madrugada eu também posso, eles deveriam ser ensinados a respeitar uma mulher não importando a hora que ela tivesse na rua.” [- São José, Santa Catarina.]