Eu disse não, mas ele me puxou com força pelo braço – 816

816 – “Não é bem cantada, é mais um desabafo…
No ano passado, tive um péssimo relacionamento e minha amiga cismou que tinha que achar alguém pra mim, principalmente que eu sempre ficava de vela pra ela e pro namorado – coisa que eu nunca importei mas percebia que ela ficava com “pena” deu estar sempre sozinha.
Ela deu uma festinha na casa dela, uma coisa bem particular, com poucxs convidadxs. Perfeito para eu ficar com um amigo do namorado dela.
Era uma armação, eles tinham feito quase um encontro as cegas, tinham combinado dele ficar comigo.
O rapaz era muito bonito, mas eu não estava muito afim de ficar com ninguém.
Infelizmente por minha estima ser baixa eu nunca soube dizer um não bem dado.
Então acabei ficando com ele, afinal decepcionaria a expectativa de todxs.
Ficamos no sofá e ele pediu pra eu acompanha-lo em buscar água na cozinha. A princípio eu recusei porque imaginei que ele queria me “pegar mais forte”, mas pela insistência acabei cedendo.
Chegando na cozinha, ele me puxou pra lavanderia e trancou a porta. Começamos a nos beijar. Ele tirou a blusa e disse: vamos pro quarto (da empregada). Eu disse: não, vamos voltar pra sala. Então ele apertou bem forte meu braço e me levou pro quarto. -Hoje em dia óbvio que eu gritaria, bateria nele, ou melhor, nem ficaria com um cara desses. Mas voltando…
Ele tirou minha blusa e eu comecei a falar que não queria e ele dizendo “é só um pouquinho”, inventei aquelas coisas de “estou menstruada” e mesmo assim ele foi tirando minha roupa. E ele dizendo que nunca ficou com tanta vontade.
Dai comecei a falar que nem louca: sem camisinha não, não, para.. (ele não tinha camisinha com ele), logo ele broxou pela minha resistência, ou segundo esse tipo de homem, pelo meu “cu doce”.
Agradeci muito por ele ter broxado, porém, na época eu me senti humilhada por ter feito um cara broxar… mesmo porque, ficaram sabendo, e como se a culpa fosse minha.
Não contei pra minha amiga, mas me afastei um tanto dela e pedi que nunca mais me apresentasse ninguém (pois já tinha me apresentado dois).”