mandei meu dedo do meio sobre o ombro – 658

658 – “Eu trabalho o dia todo e faço faculdade à noite, e isso é algo que me enche de orgulho, porque consegui ser contratada em uma empresa que está na minha área de atuação quando estava no quarto período, depois de apenas um ano de estágio. Na última sexta-feira, eu estava indo à pé para a aula e tive a infelicidade de cruzar com um grupo de crianças (porque eles não deviam ter mais de 16 anos). Quando eu passei, um deles começou a falar um monte pra mim, perguntando se eu estava solteira, que eu era muito bonita, aquele tipo de coisa que ele não falaria se estivesse sozinho. Sem me virar pra vê-lo, eu simplesmente mandei meu dedo do meio sobre o ombro e morri de rir quando todos os outros amiguinhos do grupo soltaram um “chupa, seu trouxa!”, rindo bastante. O garoto ainda tentou retrucar, mas ele já não tinha o apoio do grupo. Fiquei feliz que essa geração mais nova não acha a mínima graça em mexer com mulheres na rua, e sim quando um cara que mexe toma uma resposta bem blasé.”