Não é pq cumprimentei alguém, q to querendo alguma coisa!” – 692

692 – “Oi, li o caso de uma menina gorda relatando que quando passa na frente de um bar os caras ficam chamando ela de baleia e elefante. Como sou gorda me identifiquei com isso, pq quando era mais jovem e passava na frente das escolas, sempre era insultada. Hoje continuo gorda, mas duas vezes já passei por assedio na rua. Uma delas em que tive mais medo aconteceu a noite. Eu fui buscar minha Vó numa clínica a noite. Parei o carro na frente e desci ver se ela estava pronta, como ela não estava no saguão, retornei para o carro esperar ela como a gente tinha combinado. Quando cheguei na porta para entrar passou um carro preto e um homem abanou pra mim, como sou meio cega e não sabia se conhecia o cara ou não, abanei de volta, pra não ser mal educada. Foi ai que o cara achou que eu queria algo com ele, de repente deu a volta na rua e veio em minha direção eu entrei no carro e me tranquei. Ele ficou em fila dupla emparelhado com meu carro, como eu não abri o vidro e fingi mexer no celular ele desistiu e foi embora. Isso foi o que eu achei, de repente ele surge do nada de novo ali do meu lado, ou do outro lado da rua, ficava parado me olhando… ficou dando varias voltas, por cerca de 20 minutos até minha Vó chegar. Nesse momento ele estava parado próximo a esquina e me olhando pra ver se eu ia falar com ele. Quando ele viu q eu estava apenas esperando minha Vó saindo cantando pneu. Fiquei com muito medo de que aquela pessoa fosse tentar alguma coisa mais drástica pra chamar a minha atenção e me sinto intimidada. Poxa não é pq cumprimentei alguém, q to querendo alguma coisa!”